segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
"Cada dia que passa mais me convenço e mais estou disposto a esperar por alguém que espera por mim. Não adianta buscar quem a gente quer, porque a vida vai se encarregando de nos trazer quem nos merece"
domingo, 17 de janeiro de 2010
Ano Novo
A ladainha se repete anualmente: listas de desejos para o ano que começa. Só que, em tese, nada muda, já que, de acordo com o calendário que nos rege, o 1º de janeiro não faz mais do que se seguir ao 31 de dezembro.
Mas vamos lá.
Que em 2010 sejamos mais sorridentes e menos carrancudos, mais livres e menos sistemáticos, mais solidários e menos hedonistas. Que dancemos mais e passemos menos tempo sentados na frente do computador. Que encontremos menos crianças pedindo dinheiro nos sinais, menos crianças sentindo fome, menos velhos morrendo solitários e desamparados. Que a hipocrisia saia de moda, que a covardia seja enterrada, que a caretice diga adeus e vá embora. Que possamos rir mais, gargalhar mais, chorar mais. Que aceitemos o sofrimento como parte de nós mesmos, sabendo que ele é inevitável e belo porque representa a vida, que os políticos corrupitos sejam finalmente presos, que o objetivo do futebol volte a ser fazer um gol e não simplesmente deixar de sofrê-lo.
Que viajemos mais, que empaquemos menos, que nos apaixonemos mais, que odiemos menos. Que aqueles que falam a verdade não sejam processados e punidos, que padres deixem de abusar de menores. Que consigamos dizer “eu te amo” mais vezes, que aprendamos a pedir perdão, que não adiemos mais aquela palavra de carinho, aquele gesto, aquele olhar.
Que questionemos mais. Que nosso presidente perceba que educação é tão importante quanto comida. Que entendamos que a felicidade não é um destino. Que tenhamos menos medos, que escutemos mais músicas, compremos mais flores, derrubemos menos árvores, desperdicemos menos água...
Mas vamos lá.
Que em 2010 sejamos mais sorridentes e menos carrancudos, mais livres e menos sistemáticos, mais solidários e menos hedonistas. Que dancemos mais e passemos menos tempo sentados na frente do computador. Que encontremos menos crianças pedindo dinheiro nos sinais, menos crianças sentindo fome, menos velhos morrendo solitários e desamparados. Que a hipocrisia saia de moda, que a covardia seja enterrada, que a caretice diga adeus e vá embora. Que possamos rir mais, gargalhar mais, chorar mais. Que aceitemos o sofrimento como parte de nós mesmos, sabendo que ele é inevitável e belo porque representa a vida, que os políticos corrupitos sejam finalmente presos, que o objetivo do futebol volte a ser fazer um gol e não simplesmente deixar de sofrê-lo.
Que viajemos mais, que empaquemos menos, que nos apaixonemos mais, que odiemos menos. Que aqueles que falam a verdade não sejam processados e punidos, que padres deixem de abusar de menores. Que consigamos dizer “eu te amo” mais vezes, que aprendamos a pedir perdão, que não adiemos mais aquela palavra de carinho, aquele gesto, aquele olhar.
Que questionemos mais. Que nosso presidente perceba que educação é tão importante quanto comida. Que entendamos que a felicidade não é um destino. Que tenhamos menos medos, que escutemos mais músicas, compremos mais flores, derrubemos menos árvores, desperdicemos menos água...
sábado, 19 de dezembro de 2009
domingo, 13 de dezembro de 2009
Não me dêem fórmulas certas, por que eu não espero acertar sempre. Não me mostrem o que esperam de mim, por que vou seguir meu coração. Não me façam ser quem não sou. Não me convidem a ser igual, porque sinceramente sou diferente. Não sei amar pela metade. Não sei viver de mentira. Não sei voar de pés no chão. Sou sempre eu mesma, mas com cereteza não serei a mesma sempre."
Clarice Lispector
Clarice Lispector
domingo, 27 de setembro de 2009
Puro Plágio
"Se minhas músicas representam o estado da minha alma, até isso é verdade.
Vivo-as todas as vezes que as interpreto.
Se sou excessivamente romântica, não vejo desdouro nenhum nessa afirmativa. A vida sem amor é uma queda no vácuo."
Maysa Monjardim
Vivo-as todas as vezes que as interpreto.
Se sou excessivamente romântica, não vejo desdouro nenhum nessa afirmativa. A vida sem amor é uma queda no vácuo."
Maysa Monjardim
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