domingo, 3 de junho de 2007

O mais difícil que há no início de uma relação é a obrigação em que ambas as partes se sentem de fingir serem mais dinâmicas, divertidas, sem sono e cheias de assunto do que realmente são. Quem nunca passou a noite de sexta tentando acompanhar o bate-estacas de alguma boate pretensiosamente maquiada de casual, cercado de pessoas que não lhe diziam o menor respeito e pagando três vezes o que valeria uma tulipa de chope ou uma boa dose de uísque não viveu quase nada...

O mais difícil que há no fim de uma relação é a certeza de que você precisa mudar drasticamente sua forma de lidar consigo, com seus sentimentos, com suas prioridades e com o sexo oposto. Lidar com tudo logo. Acabou, não deu certo? Tudo precisa ser revisto. Se você continuar a ser aquela, fatalmente vai passar por novas desilusões, até que um dia vai estar doída demais até para paquerar na fila do banco. É angustiante.

O mais difícil que há depois do fim de uma relação é descobrir que ele arranjou uma guria parecida com o que você era quando tudo começou.
É aí que você se enche de confiança, volta a ser mais você e acaba passando da conta de novo, agora com outra pessoa.

domingo, 13 de maio de 2007

Sou boa até que fique ruim,
Fiel até que traia,
Sincera até que minta,
Confiável até que deixe de ser..
Posso ser a melhor, ou a pior pessoa que vc ja conheceu..
Só depende de você ....

terça-feira, 24 de abril de 2007

Pra ser sincero...

Pra ser sincero
Enganheiros do hawaii


Pra ser sincero eu não espero de você mais do que educação,
Beijos sem paixão,
crimes sem castigo,
aperto de mãos
Apenas bons amigos...

Pra ser sincero eu não espero que você minta
Não se sinta capaz de enganar
Quem não engana a si mesmo

Nós dois temos os mesmos defeitos
Sabemos tudo a nosso respeito
Somos suspeitos de um crime perfeito,
Mas crimes perfeitos não deixam suspeitos

Pra ser sincero eu não espero de você mais do que educação
Beijos sem paixão,
crimes sem castigo,
Aperto de mãos,
apenas bons amigos...

Pra ser sincero não espero que você me perdoe
Por ter perdido a calma
Por ter vendido a alma ao diabo

Um dia desses, num desses encontros casuais
Talvez a gente se encontre,
Talvez a gente encontre explicação
Um dia desses num desses encontros casuais
Talvez eu diga, minha amiga,
Pra ser sincero... prazer em vê-la
Até mais...

Nós dois temos os mesmos defeitos
Sabemos tudo a nosso respeito
Somos suspeitos de um crime perfeito
Mas crimes perfeitos não deixam suspeitos.


foi com a melhor das intenções, foi tentando provar o improvado...
mas acima de tudo, foi a melhor lição...

quinta-feira, 15 de março de 2007

Sobre o sexo, te digo que ontem, por exemplo, foi um dos momentos em que o sexo não teve lugar. É engraçado como sexo pode ser a solução ou o início de um grande problema. Eu não posso com ele. Ele não pode comigo também, mas eu não posso nem comigo mesma. Engraçadas, essas coisas. A gente se doa um pouquinho para ver que queria e podia doar mais e descobrir que o outro, que recebe, também tem muito a doar mas não segura a onda de precisar receber de volta. Entende? Não sei, não acho essas coisas tão complicadas. Mas respeito, né? Fazer o quê? Uma coisa perigosa eu e ele concluímos e admitimos ontem: a gente gosta de se ver e se sente em casa um com o outro. O 'por que não' me foge. Não me pergunte.
Ficamos conversando até às dez. Foi bom.

sexta-feira, 23 de fevereiro de 2007

É só um cara.

E não a sua vida. E não todos os dias da sua história. E não todas as suas lágrimas juntas em um único sábado solitário. Ele não é o destino. É um cara. Existem muitos destinos. Ele é só um cara que mal sabe escolher os próprios perfumes. Não sabe sangrar. Não sabe que nome daria a um filho. Não pode ficar mais tempo. Ele é só um cara perdido como muitos outros caras que você encontrou. E perdeu. Ele é só um cara.

E você já esqueceu outros caras antes.